Energia injetada em concessionárias da Neoenergia subiu 4,49% no 4º trimestre

No ano, valor aumentou 3,97%, com destaque para a Coelba

A energia injetada pelas concessionárias da Neoenergia cresceu 4,49% no quarto trimestre de 2019, ficando em 17.772 GWh. O destaque ficou com a Coelba (BA), que teve aumento de 8,3% na comparação com o registrado no mesmo período de 2018. Na Cosen (RN), o crescimento chegou a 0,67% e na Celpe, a energia injetada subiu 2,34%. Na Elektro, o aumento ficou em 3,01%. No ano, a energia injetada nas distribuidoras do grupo controlado pela espanhola Iberdrola subiu 3,97% e novamente a Coelba se destacou, com aumento de 6,12%. Na Cosern, ele chegou a 1,51%. Na Celpe, a subida ficou em 3,45%, enquanto na Elektro, a alta foi de 2,55%.

Na geração de eólicas, os 576 GWh mostram aumento de 4,16% no último trimestre de 2019. No ano, os 1.993 GW de geração pelo vento recuaram 2% em relação a 2018. Segundo a empresa, no ano passado o recurso eólico esteve ligeiramente abaixo da média histórica. A geração hidráulica registrou queda de 18,22% no quarto trimestre, com 1.463 GWh e aumento de 8,79% no ano, com o número de 8.680 GWh. O destaque foi a entrada em operação da UHE Baixo Iguaçu e da totalidade de Belo Monte. No trimestre, a piora no cenário hídrico resultou em menor geração. Segundo a Neoenergia, a disponibilidade de todas as usinas acima da Garantia Física. A capacidade instalada das eólicas do grupo está em 516 MW e a hídrica é de 3.030 considerando a participação da Neoenergia.

Já na geração termelétrica, a Termopernambuco gerou 1.173 GWh no quarto trimestre do ano passado, um aumento de 134,56%. Em 2019 a produção da UTE chegou a 3.308 GWh, o que levou a um percentual 6.88% abaixo do resultado de 2018. No quarto trimestre houve parada de um dia para manutenção, enquanto no mesmo trimestre do ano anterior, a usina parou por 54 dias por não suprimento de gás. No ano, a geração mostrou-se menor devido à restrição no despacho pelo Operador ou por não fornecimento de gás no primeiro semestre. Os efeitos decorrentes dessa falta de combustível foram minimizados pela compra de energia a preços menores que o custo variável unitário, para suprir seus contratos de venda.