Eletrobras conclui venda de complexo eólico Chuí

Operação deixa Omgea geração com 1,7 GW de capacidade instalada

A Eletrobras informou em comunicado ao mercado na noite da última segunda-feira, 30 de novembro, que concluiu a transferência de todas as ações que detinha nas Sociedades de Propósito Específico Santa Vitória do Palmar Holding S.A.; e Hermenegildo I S.A., Hermenegildo II S.A., Hermenegildo III S.A. e Chuí IX S.A., para a Omega Geração. A operação foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica e está vinculada ao Plano Diretor de Negócios e Gestão 2020/2024.

De acordo com a Eletrobras, a venda da Santa Vitória do Palmar S.A. rendeu para a estatal R$ 472.440.555,72 e nas demais SPES R$ 145.714.299,28. O segundo valor pode ter um acréscimo de até 15%, dependendo da geração futura de energia. Com a transação, a Omega passa a deter uma participação de 78% no Complexo Santa Vitória do Palmar (402,MW) e de 99,99% no Complexo Hermenegildo (180,8 MW), localizados nos municípios de Chuí e Santa Vitória do Palmar (RS). A conclusão de Chuí, um dos maiores complexos eólicos do país, deixa a geradora com 1.777,7 MW de capacidade instalada e o complexo no sul do Brasil passa a representar 33% da capacidade da Omega.

Segundo Antonio Bastos, CEO da Omega, a aquisição do Complexo Chuí representa mais um passo rumo à consolidação da Omega como principal plataforma de geração de energia renovável do Brasil. O executivo tem a certeza que as fontes eólica e solar são as melhores opções para consumidores e cidadãos. Bastos tem confiança na estratégia para maximizar o desempenho do ativo e alavancar substancialmente o plano de negócios da empresa a partir desse projeto  no Rio Grande do Sul.