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A Thymos Energia estima que o Sistema Interligado Nacional (SIN) fique com armazenamento médio de 65% de água nos reservatórios das hidrelétricas no final de novembro, quando acaba o período seco. Segundo a consultoria, este é um cenário bastante confortável e deve manter o preço da energia no curto prazo em patamares mínimos por conta do cenário de abundância hídrica.

A análise também indica que passar pelos meses de escassez de chuva com mais de 50% de níveis médios é positivo do ponto de vista do abastecimento ao se levar em consideração o cenário de dois anos atrás. “Além de chuvas abundantes, a estagnação no consumo de energia também ajudará a manter os reservatórios cheios”, explica a Head de Preços e Estudos de Mercado da consultoria, Mayra Guimarães.

A previsão meteorológica reforça o contexto de boa hidrologia para o próximo período. A Nottus Meteorologia, empresa de inteligência de dados e consultoria meteorológica para negócios, projeta que o inverno de 2023 será mais úmido em relação ao ano passado e à média histórica, com a saída da influência do fenômeno La Niña contribuindo para um aumento da umidade no centro-sul do país nos meses mais secos.

“Além disso os sistemas preditivos já apontam grande possibilidade de formação do El Niño no segundo trimestre, o que pode antecipar as chuvas da primavera e favorecer a geração hidrelétrica”, avalia o meteorologista e sócio-diretor da Nottus, Alexandre Nascimento.

A boa quantidade de água nos reservatórios das hidrelétricas evitará que o Operador Nacional do Sistema (ONS) utilize o suporte de usinas movidas a combustíveis fósseis para atender a demanda do País, mantendo o Preço da Liquidação das Diferenças (PLD) no patamar mínimo estabelecido pela Aneel durante todo o ano.