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A Omega Energia registrou um prejuízo líquido de R$ 101 milhões no segundo trimestre de 2023 (2T23), cerca de R$ 8,1 milhões acima do 2T22. Segundo a companhia, o resultado deve-se, principalmente, ao aumento de 51% no resultado operacional, que foi mais do que compensado pelo aumento planejado de 21% no resultado financeiro, dado o plano de investimento em andamento para os ativos recém operacionais e em implantação, que devem entrar em operação comercial plena ao longo 2023, incluindo Assuruá 4 -operacional em meados de fevereiro -, Assuruá 5 e Goodnight 1 – com operação comercial esperada até o final do ano.

Diante deste cenário, o resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 229 milhões no 2T23, 16% acima do 2T22 e 6% acima do 1T23. Já o ebitda ajustado da companhia totalizou R$ 290 milhões, 23% acima do 2T22. De acordo com a Omega, o resultado é explicado principalmente pelos novos ativos, um aumento no lucro bruto de energia e uma variação anual de receitas e despesas não recorrentes.

O lucro bruto de energia ajustado alcançou R$ 431 milhões no 2T23, 21% acima 2T22 e 6% acima do 1T23. Excluindo a indenização contratual não-recorrente recebida no 2T22 dos antigos proprietários de Delta 5 e 6 no valor de R$ 34,9 milhões, o aumento anual foi de R$108,8 milhões. No 2T23, a entrada dos novos ativos ao portfólio contribuiu com R$ 59 milhões, dos quais Assuruá 4 adicionou R$ 39 milhões, Ventos da Bahia 3 adicionou R$ 16 milhões e o início da fase de ramp-up de Assuruá 5 adicionou outros R$ 3 milhões aos volumes do portfólio.

Já a produção de energia no 2T23 atingiu 1.659,8 GWh, 31% acima do 2T22. O aumento anual foi impulsionado principalmente pela entrada dos novos ativos ao portfólio, uma vez que a entrada de Assuruá 4 (com operação comercial plena em meados de fevereiro de 2023) contribuiu com 276,9 GWh, a entrada de Ventos da Bahia 3 ao portfólio (aquisição concluída no fim de dezembro de 2022) contribuiu com 89,5 GWh e o ramp-up de Assuruá 5 (com início no final de abril/início de maio) contribuiu com 33,3 GWh. Combinados, os três ativos contribuíram com aproximadamente 400 GWh, levando os volumes do cluster Bahia a um aumento de 81% com relação ao ano anterior.

A dívida líquida ajustada da Omega atingiu R$ 8,9 bilhões, um aumento de 9% em relação ao 1T23. O aumento foi esperado, dado os desembolsos planejados para apoiar o programa de investimentos em andamento e é explicado em grande parte pelos RS 566 milhões levantados no empréstimo-ponte de Goodnight 1 -que será substituído pelo tax equity quando o projeto entrar em operação comercial (previsto para 4T23) e pela redução na posição de caixa ajustada.