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O hidrogênio verde (H2V) está nos planos de desenvolvimento da Cemig. A companhia está em andamento com um projeto que pretende mapear as possibilidades de produção e uso do produto no estado. A iniciativa faz parte do Inova Cemig, o programa de inovação desenvolvido pela Companhia que executa iniciativa inovadoras, financia projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PDI Aneel) e acelera startups.

O objetivo do projeto, que contou com investimento de R$ 2,5 milhões, além de desenvolver uma metodologia para o planejamento estratégico do H2 Verde no contexto das empresas do setor elétrico, é a construção de um “roadmap” que irá nortear a difusão do combustível nos diversos setores produtivos das diferentes regiões do estado, considerando as particularidades dos vários segmentos. Os estudos tiveram início no mês de setembro e a previsão é de que sejam concluídos no final de 2024.

De acordo com Donorvan Rodrigo Fagundes, Gerente de P&D, Inovação e Transformação da Cemig, das fontes alternativas que mais têm evoluído no mundo, principalmente por questões de guerra e necessidade da Europa e que pode ser transportado, o hidrogênio verde se tornou essa opção. “O hidrogênio virou a principal alternativa para a Europa, uma grande fonte de energia e grande fonte de estudo”, avaliou.

A Cemig destaca a importância da utilização do hidrogênio verde como um vetor para a eletrificação e descarbonização da economia mineira. Uma das vantagens é que sua aplicação não emite gases poluentes, como o gás carbônico. Como combustível, seu uso pode trazer muitos benefícios para atividades de cargas mais pesadas, por exemplo, que hoje emitem uma quantidade alta de poluentes.

O roadmap que a companhia está desenvolvendo busca entender a necessidade e onde essa nova tecnologia pode ser inserida. “A gente vai entender quais são as indústrias nas quais podemos inserir essa tecnologia. Qual tipo de aderência terá, e como fazer essa substituição. Quanto tempo e qual o volume que necessitamos. Então, esse roadmap, que está sendo desenvolvido em parceria com um centro de pesquisa, é para entender como a Cemig pode se inserir nesse cenário, trazendo o potencial dessa energia renovável”, apontou Fagundes.

Os próximos passos serão direcionados conforme os estudos forem avançando, no entanto, a companhia já almeja, no futuro, conseguir um investimento para a planta de uma usina de hidrogênio verde e propiciar o desenvolvimento dessa tecnologia no estado de Minas Gerais.