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A mais recente edição do Global Wind Workforce Outlook, disponível para download (em inglês) revela que serão necessários mais de 574 mil técnicos para atender as previsões e atuar na construção, instalação e operação e manutenção da frota eólica mundial até 2027. Desse total quase 43% serão de novos talentos para a indústria eólica. O relatório produzido peal Global Wind Organization e pelo Global Wind Energy Council também sinaliza que a necessidade de recrutar os 243,8 mil  novos técnicos nos próximos cinco anos sugere uma série de oportunidades interessantes para novos talentos ingressarem no ensino a tempo inteiro e fazerem a transição de outra áreas.

Além dos 84,6 mil técnicos necessários em um contexto de crescente procura de energia eólica, os empregadores também terão de recrutar mais 159,2 mil pessoas para compensar as taxas normais de desgaste técnico esperadas na indústria eólica entre 2023 e 2027.

O modelo utilizado aborda os segmentos de construção, instalação, operação e manutenção de parques eólicos. Não inclui cálculos das necessidades de mão-de-obra em outros segmentos do ciclo de vida do projeto, como investigação e desenvolvimento, aquisição, produção  – o segmento mais intensivo em mão-de-obra em determinados mercados -, transporte e logística, desmantelamento e repotenciação,

O relatório também detalha o crescimento da energia eólica onshore e offshore e as necessidades de mão de obra em 10 países em particular: Austrália, Brasil, China, Colômbia, Egito, Índia, Japão, Quénia, Coreia do Sul e EUA.

De acordo com o documento, as grandes ambições destes países em matéria de energia eólica devem ser reforçadas por uma forte cultura de saúde e segurança e por uma mão-de-obra bem formada. A força de trabalho total de técnicos eólicos crescerá mais rapidamente no mar – 79% a mais em 2027 em relação a 2022 – em comparação com onshore, que terá 12% a mais em 2027 em relação a 2022. Até 2027, 87% dos técnicos estarão trabalhando onshore, principalmente no segmento de operação e gestão.