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A agência de classificação de risco Sustainable Fitch atribuiu Rating de ESG de Entidade ‘2’ e score de entidade ’77’ à 2W Ecobank. As classificações refletem o bom perfil da companhia e a integração dos aspectos ESG a suas atividades de negócios, estratégia e gestão. O score obtido é considerado elevado em comparação ao de pares nacionais e internacionais classificados, sendo atualmente o quinto maior rating entre as companhias de energia avaliadas globalmente. Também está entre as 15 melhores marcas da cobertura global de ESG.

Os resultados refletem o positivo impacto ambiental das atividades de negócio da 2W, uma vez que toda a eletricidade comercializada para pequenas e médias empresas (PMEs) provém de fontes renováveis, principalmente solar e eólica, além dos benefícios socioambientais associados às PMEs para acesso a eletricidade de fontes renováveis.

Segundo a análise, a empresa apresenta boa divulgação de seu desempenho ambiental, que abrange métricas de emissões de gases de efeito estufa (GEE), de consumo de energia e de biodiversidade. No entanto a divulgação de outras métricas ambientais e de categorias de emissões de Escopo 3 ainda não reportadas trariam maior transparência. Já a evolução de indicadores-chave de desempenho (KPIs) ambientais é negativa devido à construção dos parques eólicos e à supressão da vegetação nestes locais.

Quanto ao perfil social, impulsionado por políticas de direitos humanos e boas práticas trabalhistas e de engajamento com a comunidade, a força de trabalho é tida como equilibrada em termos de gênero, apesar das mulheres não estão bem representadas na alta gestão, assim como na disparidade salarial. Para a agência, o perfil poderia se beneficiar caso metas de impacto social atreladas a operações, clientes e cadeia de suprimentos sejam definidas.

Por sua vez a governança corporativa integra boas práticas internacionais, como órgãos de governança com responsabilidades claras, relatórios financeiros e não financeiros transparentes, boas práticas de remuneração e boa gestão de riscos, incluindo riscos ESG. Porém a avaliação foi afetada pela limitada diversidade e pela falta de representação dos funcionários no conselho. Quatro dos nove conselheiros, o equivalente a 44%, são independentes, o que fica marginalmente aquém da maioria definida pelas melhores práticas internacionais.