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Fusões e aquisições no setor de energia são influenciadas por uma variedade de fatores, incluindo mudanças nas condições de mercado, regulamentações governamentais e estratégias das empresas envolvidas. E diante deste cenário, o sócio da área de energia do Cescon Barrieu, Alexandre Leite, afirmou que o mercado de M&A no segmento de geração centralizada começou o ano de 2023 forte, porém foi perdendo força devido aos preços da energia. “Alguns projetos também não foram para frente porque os players estão vendo a rentabilidade e com taxa de juros americana alta como tá”, disse.

De acordo com o executivo, os preços desses M&A não tem saído muito legal. “Muitos que eram pra ter fechado esse ano foi deixado para depois, mas especialmente os greenfields que não tem muita saída, não vai dar para deixar para depois porque esses projetos ainda vão ser desenvolvidos e eles têm uma janela regulatória para pegar o desconto no fio, porque se não vender o projeto agora não dá tempo para subir o parque e ter um desconto na TUST”, explicou. Contudo ele destacou que o apagão afetou um pouco esse movimento.

Ele ainda pontuou que existe uma expectativa da taxa de juros brasileira cair e com isso o projeto pode ficar mais interessante. “É fato que esses greenfields precisam sair. E quanto mais tempo passa e nada é feito mais risco o comprador tem de levantar o projeto a tempo”, destacou.

Do lado da geração distribuída, o advogado acredita que o mercado está muito aquecido. “Esses sim estão fechando. E isso se deve porque esses não estão tendo problema e é a melhor energia e a mais barata. Então esse mercado está bem aquecido e o que tem tido mais M&A esse ano”, ressaltou.

Já do lado da transmissão, Leite afirmou que algumas dores na transmissão estão aparecendo agora também em consequência da inflação de projetos com benefício no fio. “Que é uma inadimplência que as transmissoras estão registrando muito grande, você vai levar para o ano que vem também”, disse.

Por fim, o advogado também falou sobre o setor de distribuição, que segundo ele é uma conversa um pouco mais profunda, porque está muito ligado com que o governo vai propor agora para abertura de mercado e que irá trazer para as comercializadoras.