A 11ª edição do Rio Open, maior torneio de Tênis da América do Sul, neutralizou suas emissões de CO2 com apoio da Engie, por meio de créditos de carbono oriundos de projeto registrado no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), iniciativa da ONU. No total foram mais de 1.800 toneladas de CO2 equivalente (tCO2e), provenientes das operações de montagem e desmontagem da estrutura do evento, do consumo de energia elétrica no Jockey Club Brasileiro durante o torneio, e dos deslocamentos aéreos e terrestres dos atletas e do público.
A quantidade de CO2 neutralizada superou a marca da edição anterior, que havia sido de 1.713 tCO2e. O processo de neutralização vem sendo realizado em todas as edições do torneio desde 2020 em parceria com a Engie e já soma mais de 6.000 toneladas de emissões neutralizadas através de créditos de carbono oriundos da produção de energia da hidrelétrica Jirau, que é registrada no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo das Nações Unidas e tem como acionistas Engie (40%), Eletrobras (40%) e Mitsui (20%).
O compromisso do Rio Open com iniciativas que buscam conscientizar sobre os cuidados necessários com o meio ambiente motivou a criação da plataforma Rio Open Green, que, além das medidas de neutralização de emissões relacionadas ao evento, promove ações sustentáveis que incluem, entre outras: gestão de resíduos mediante a utilização de coletores específicos, na edição de 2025 foram mais de 21 toneladas de resíduos recicláveis coletados; redução do uso de plásticos e priorização de materiais recicláveis em todas as etapas de organização do torneio; opção por copos reutilizáveis nos bares do Leblon Boulevard e sacolas 100% ecológicas para os produtos adquiridos na La Boutique; reutilização das cordas das raquetes; coleta de tampinhas de garrafas visando fornecimento a iniciativas futuras; doação de bolas e uniformes excedentes para projetos sociais.

