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Tecnologia, visão de negócios e inovação convergem para impulsionar eficiência, resiliência e competitividade na transição energética brasileira.
O setor de energia atravessa uma das maiores transformações de sua história, marcado pela abertura total do mercado livre a partir de 2028, pela pressão por eficiência regulatória, pela eletrificação da economia e por desafios operacionais inéditos.
Nesse cenário de ruptura, a Indra Group, por meio da sua unidade Minsait, consolida-se como uma das empresas mais preparadas para apoiar utilities, comercializadoras, geradoras, distribuidoras e companhias de óleo & gás na construção de um novo modelo energético nacional, mais digital, integrado e orientado a dados.
A empresa opera com uma combinação rara de domínio regulatório, profundidade tecnológica e compreensão dos desafios de negócio, apoiada por um ecossistema robusto de soluções SAP, data cloud, IA, automação e analytics.
“Nosso posicionamento sempre foi profundamente consultivo. Temos um viés forte de tecnologia, mas acima de tudo conhecemos a dor real do setor e como mitigá-la com soluções que reforçam a resiliência da rede”, destaca o diretor de Energia & Utilities da Indra no Brasil, Maurício Piazza.
A pressão por modernização é evidente, porque a abertura do mercado livre, por exemplo, exige que empresas deixem o modelo puramente regulado e adotem jornadas digitais completas, integrando sistemas de medição, billing, CRM, análise de risco e portfólio, com forte demanda por automação e escalabilidade em nuvem.
As utilities, em paralelo, enfrentam desafios como perdas, interrupções, necessidade de automação, redução de custos operacionais e integração OT/IT, conjunto de demandas essas classificado como prioridades críticas do setor.
O avanço das renováveis, a expansão da geração distribuída e o crescimento da eletrificação, além disso, tornam indispensáveis ferramentas de previsão, resposta em tempo real e automação de rede. É nesse ambiente que a Indra tem se posicionado como parceira estrutural.
Piazza explica que a empresa se vê como um protetor de carga, atuando para reduzir impactos operacionais por meio de inteligência digital. “A pergunta é: como mitigamos problemas críticos e aumentamos a resiliência? A resposta está na combinação entre tecnologia e conhecimento profundo do negócio” .
A Indra possui experiência comprovada em projetos de grande porte e aplica tecnologias capazes de transformar operações de geração, transmissão, distribuição e comercialização.
Entre as frentes de maior impacto, destacam-se smart grid, medição inteligente, automação de subestações, integração de sistemas, manutenção preditiva, gestão de ativos com IoT, self-healing, edge computing, além de plataformas para o mercado livre e soluções avançadas de risco e contratos.
“Estamos aplicando soluções baseadas em Edge Computing embarcadas no data center do cliente, reduzindo latência, aumentando resiliência e permitindo respostas em tempo real”, detalha Piazza.
Ele complementa que tecnologias como video analytics e algoritmos de previsão permitem antecipar problemas, acelerar correções e reduzir impactos na rede, além de melhorar a qualidade do fornecimento e fortalecer o conceito de self-healing.
A capacidade da Indra de integrar sistemas legados, criar espinhas dorsais de dados e gerar inteligência de negócio é decisiva para esse momento, integrando previsões de carga, otimização de portfólio e automação de decisões, alguns dos gargalos que suas plataformas se propõem a solucionar .
A evolução do setor também depende de gestão de risco, compliance e liquidação, especialmente com a explosão de consumidores migrando para o mercado livre e a multiplicação de contratos de diferentes perfis, sazonalidades e exigências.
Piazza reforça que operar nesse ambiente complexo sem plataformas integradas torna-se arriscado e caro, expondo empresas a multas, perdas financeiras e insatisfação dos clientes .
O futuro do setor exige velocidade, adaptabilidade e inteligência. Por isso, a Indra aposta em um modelo baseado em digitalização total, espinha dorsal de dados, IA aplicada, edge computing e automação distribuída. “Nosso propósito é transformar conhecimento e tecnologia em valor real para os clientes, traduzindo as melhores ferramentas globais em resultados concretos na ponta”, resume Piazza.
Com presença internacional e projetos entregues em algumas das maiores utilities do mundo, a empresa reforça que seu objetivo é claro. O foco é ajudar o Brasil a atravessar a transição energética com eficiência, resiliência e competitividade, construindo a infraestrutura digital necessária para um setor mais flexível, descentralizado e orientado ao cliente.
A nova era do mercado de energia exige parceiros capazes de unir visão estratégica, tecnologia robusta e execução impecável. Nesse ambiente em rápida evolução, a Indra Group demonstra estar exatamente onde o setor mais precisa, que é o centro da transformação.
Já no universo de Óleo & Gás, a empresa oferece soluções de alto impacto para gestão operacional, automação industrial, controle de ativos, integração de campo, redução de perdas e sistemas de apoio à decisão.
A Indra atua em toda a cadeia, conectando dados de subsuperfície, processos operacionais, logística, telemetria e integridade de ativos, ampliando segurança e eficiência. A sinergia entre tecnologias para energia elétrica e óleo & gás permite que empresas desses setores avancem de forma consistente na transição energética.
Outro diferencial apontado por Piazza é a capacidade da Indra de criar modelos comerciais totalmente aderentes ao quadro regulatório: “Desenhamos propostas que combinam CAPEX e OPEX de forma a permitir que o cliente demonstre ganhos e enquadre projetos no modelo regulatório. Esse é um dos nossos diferenciais mais relevantes”. Segundo o executivo, em mercados pressionados por custos, essa abordagem pode, simplesmente, determinar a viabilidade de projetos estruturantes.
(Nota da Redação: Conteúdo patrocinado produzido pela empresa)
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