A Tigre firmou acordo com Statkraft para autoprodução de energia, transformando custos operacionais pelos próximos 15 anos. Avaliado em mais de R$ 300 milhões, a parceira garantirá 70% do consumo energético das operações da Tigre a partir de julho de 2025.
O modelo de autoprodução por equiparação foi escolhido principalmente por seus benefícios financeiros. E a energia eólica, fornecida pelo parque eólico Serra da Mangabeira na Bahia, apresenta custos mais competitivos e maior previsibilidade. O parque possui capacidade instalada de 79,8 MW e garantia física de 34,3 MW médios.
O diretor executivo de negócios Latam da Tigre, Carlos Teruel, enfatizou que o modelo energético não apenas reduz custos operacionais, como também reforça o compromisso da companhia com o meio ambiente.
Modelo de negócio flexível atrai grandes consumidores
Para a Statkraft, presente no Brasil há mais de 15 anos, o acordo representa a consolidação de seu modelo de negócios no mercado livre de energia. A vice-presidente da companhia no Brasil, Natasha Gaertner, afirmou que eles têm ampliado a presença por meio de soluções estruturadas, conectadas às necessidades dos clientes e à visão de longo prazo para o setor elétrico.
Perspectivas futuras e expansão do modelo
Além disso, o acordo já motiva a Tigre a avaliar, gradualmente, a expansão do modelo para cobrir 100% de suas operações brasileiras com fontes renováveis. Consequentemente, a empresa implementará indicadores específicos para mensurar os resultados financeiros da iniciativa, incluindo métricas de eficiência energética e impacto nos custos operacionais.
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