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O Brasil aumentou a renovabilidade da Oferta Interna de Energia (OIE) e da Oferta Interna de Energia Elétrica (OIEE) entre 2021 e 2022, esta última crescendo em linhas gerais 1,6% e tendo a variação das fontes renováveis indo de 78,1% para 87,9%. As informações constam no último Relatório Síntese do Boletim Energético Nacional (BEN)  divulgado pela Empresa de Pesquisa Energética na semana passada. Houve aumento de 17,7% da oferta de energia hidráulica e redução de 32,3% no uso de termelétricas a partir de combustíveis fósseis como gás natural, cuja produção subiu 3,1% no período, além de carvão e derivados de petróleo.

Para o cálculo foi considerado, além do Sistema Interligado Nacional (SIN), os Sistemas Isolados e a Autoprodução não-injetada na rede. Considerando apenas o SIN, a renovabilidade da OIEE foi calculada em 92% no ano que passou. Já o percentual de na OIE passou de 45% para 47,4%. A publicação também traz, pela primeira vez, o histórico da energia solar térmica, utilizada para o aquecimento de água, nos setores residencial, comercial e industrial.

Outro destaque é o crescimento de 82,4% na geração solar em relação ao ano anterior, chegando a 30.126 GWh, enquanto nos aerogeradores o acréscimo foi de 12,9%. Já a capacidade instalada de ativos aumentou 8,3% entre as renováveis complementares, com a geração distribuída subindo 88% majoritariamente no Centro-Sul do país. Por sua vez a geração de eletricidade cresceu 3,2%, enquanto o consumo final, energético e elétrico, subiu 2,9%, aumentando 2,3% apenas no elétrico, puxado principalmente pelos segmentos comercial e industrial.

As emissões de CO2 na geração elétrica brasileira foram calculadas em 61,7 Kg CO2-eq/MWh em 2022. O valor é cerca de seis vezes menor que o dos Estados Unidos e onze vezes menor que o da China, ambos em comparação ao ano de 2020. Pegando também o setor energético, o segmento de transportes segue sendo o mais poluidor, com o índice geral do lançamento à atmosfera associadas à essa matriz diminuindo 5,1% na comparação anual.