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Análise setorial da Moody’s aponta que o leilão de transmissão realizado no último dia 30 de junho teve alta competição, tendo atraído altos investimentos e uma média de deságio de 51%, superior aos 48% dos últimos cinco anos de certames do segmento. O desconto na RAP chegou a R$ 1,26 bilhão, abaixo dos R$ 2,57 bilhões iniciais.

A análise destaca a necessidade da experiência dos vencedores na implantação dos lotes, uma vez que há grande burocracia durante a construção dos empreendimentos. “Diante das altas taxas de deságio sobre as RAPs dos leilões de LTs desde 2017, consideramos ser fundamental a experiência dos vencedores em conseguir construir as linhas de transmissão no prazo determinado no contrato de concessão”, diz o relatório. Segundo o relatório, o atraso na construção é o principal risco para um projeto de transmissão. A vitória do consórcio Gênesis, que não tem experiência no setor, também foi ressaltada pela Moody’s como ponto de atenção.

A participação de players que não levaram nenhum lote como Alupar, Neoenergia, State Grid e Taesa é citada pela agência. Outro ponto destacado pela agência de classificação de risco é que o alto desconto nas receitas fará com que as empresas busquem ganhos de eficiência operacional e financeira, a fim de antecipar a conclusão das obras e maximizar o retorno sobre o capital investido.