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A Alupar tem interesse em participar do leilão de transmissão de dezembro que colocará um novo projeto de corrente contínua ligando o Nordeste ao submercado Sudeste/Centro-Oeste. Contudo, o problema é a tecnologia escolhida, mais antiga e que limitará a concorrência apenas aos fornecedores chineses que são os únicos ainda a produzir equipamentos nesse formato, o LCC.

“O LCC somente os chineses é que produzem e isso limita a capacidade de outros players que não trabalham com essas empresas. Ficam de fora as europeias como Siemens que trabalham com uma tecnologia mais nova do que a chinesa, vamos tentar participar sim”, comentou o CFO da empresa José Luiz Godoy.

Já sobre a TNE, concessionária responsável pela linha de transmissão que conectará Roraima ao SIN, obra parada por conta de licenciamento ambiental e que deveria ter entrado em operação em 2015, o executivo disse que as obras no trecho indígena estão começando. Ele relatou que em outros trechos a contratação está sendo realizada e que o andamento está dentro das expectativas.

Aliás, nesse caso a Alupar não espera que o processo de arbitragem que determinará a RAP do projeto, um valor questionado pelas sócias Alupar e Eletrobras diante da Aneel, termine muito antes dos 48 meses de prazo. A concessionária questionou a atualização do valor no ativo pela agência reguladora e buscou a arbitragem por não concordar com a autarquia.

O executivo disse inclusive que há um acordo com a Eletrobras para que seja avaliada a possibilidade de descruzamento de operações com a ex-estatal. Antes disso, o ativo deve entrar em operação para que essa ação que a Eletrobras já vem tratando com outras empresas siga adiante em suas tratativas.

Godoy terminou a teleconferência com analistas e investidores sobre o segundo trimestre de 2022 com a informação de que a companhia continua olhando oportunidades no exterior. E lembrou que em 2024 a empresa já terá 10% de sua receita origina fora do país, o que traz mais diversificação de moeda e um mix que classificou como interessante.