Olá, esse é um conteúdo exclusivo destinado aos nossos assinantes
Para continuar tendo acesso a todos os nossos conteúdos, escolha um dos nossos planos e assine!
Redação
de R$ 47,60
R$
21
,90
Mensais
Notícias abertas CanalEnergia
Newsletter Volts
Notícias fechadas CanalEnergia
Podcast CanalEnergia
Reportagens especiais
Artigos de especialistas
+ Acesso a 5 conteúdos exclusivos do plano PROFISSIONAL por mês
Profissional
R$
82
,70
Mensais
Acesso ILIMITADO a todo conteúdo do CANALENERGIA
Jornalismo, serviço e monitoramento de informações para profissionais exigentes!

A apreensão do setor nuclear quanto a falta de menção a usina nuclear de Angra 3 no Novo PAC apresentado nesta sexta-feira, 11 de agosto, foi parcialmente, amenizada, com a garantia de que seriam realizados estudos de viabilidade técnica, econômica e socioambiental da usina de 1.450 MW, no Rio de Janeiro. Mas, a questão da retomada da obra efetivamente terá que esperar o resultado dessas análises. Foi essa a principal mensagem que os ministros deram nas entrevistas após a cerimônia de lançamento do programa no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

O primeiro a sinalizar nessa direção foi o ministro Rui Costa, da Casa Civil, ele afirmou que o estudo é necessário por causa do tempo de paralisação da obra e por equipamentos já comprados terem mais de 20 anos. “Precisamos ter um parecer técnico sobre a viabilidade”, ressaltou. A ministra Marina Silva, de Meio Ambiente e Sustentabilidade, deu um recado, sem mencionar a usina ou a exploração da Margem Equatorial, afirmando que estudo não é obra garantida. Ela afirmou que tudo terá que ser feito com responsabilidade.

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que é preciso garantir que a energia fornecida pela usina não pese para o consumidor. “O ministro Rui Costa foi extremamente coerente, pois é um assunto sensível. A obra já se arrasta há mais de 30 anos. Tem que analisar de forma criteriosa”, ponderou.

Além do estudo, a área nuclear garantiu R$ 1,9 bilhão para a modernização de Angra 1.