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Durante painel na vigésima edição do Encontro Nacional dos Agentes do Setor Elétrico, realizado nesta quinta-feira, 22 de junho, no Rio de Janeiro, (RJ), o diretor da Petrobras Mauricio Tolmasquim reconheceu que a estatal está atrasada em relação ao demais players globais no movimento de transição energética. Segundo ele, todos os outros players globais estão tomando essa direção e com a Petrobras não será diferente. “Não há razão para a Petrobras não estar nesse processo”, avisa.

O diretor reforçou que virão investimentos em renováveis, mas em menor escala que os executados em óleo e gás, que continua sendo o foco dos investimentos da Petrobras. “Vamos esverdear nossa produção, mas sem matar a galinha dos ovos de ouro”, avisa. No próximo plano de investimentos, que ainda deverá ser anunciado, será destinado um percentual de até 15% do capex para a área de renováveis. Eólicas e solares devem puxar a fila.

Ainda de acordo com Tolmasquim, as empresas de petróleo estão investindo em transição energética por uma série de fatores, como o engajamento de muitos países em prol de políticas de descarbonização e sobretudo, em função de cenários que mostram que caso as metas do acordo de Paris e o cenário Net Zero em 20250 sejam cumpridas, haverá uma queda de até 70% na demanda de petróleo. Outro fator citado é a decisão de fundos de investimentos e agentes financiadores de limitar aportes em quem não reduz as emissões.

Para ele, mesmo com a execução das metas do acordo de Paris, ainda haverá demanda para o Petróleo e a petroleira brasileira fica em vantagem nesse cenário, uma vez que o óleo extraído da camada pré-sal é considerado de boa qualidade, por gerar cerca de 40% menos de emissões de carbono.