RGE instala aquecedores solar no Rio Grande do Sul

No total, 600 famílias deverão ser beneficiadas pelo Programa de Eficiência Energética

A distribuidora RGE, do grupo CPFL, pretende instalar até junho aquecedores solares em residências em cidades do Rio Grande do Sul. A expectativa é beneficiar 600 famílias que tenham Tarifa Social de energia ou morem em áreas consideradas de vulnerabilidade social pelo poder público. O investimento total está estimado em R$ 2,2 milhões e faz parte do Programa de Eficiência Energética da empresa.

A primeira cidade será Passo Fundo. A RGE prevê uma economia de energia de 473,44 MWh/ano e uma redução de demanda na ponta de 82,06 kW. Isso significará uma redução de R$ 252,3 mil ao ano para as famílias contempladas em Passo Fundo. Para a instalação dos aquecedores, a residência precisa ter condições técnicas para receber o equipamento e posição solar favorável. Em média, 35% da fatura dos clientes se deve ao consumo do chuveiro elétrico e, portanto, reduções no consumo deste equipamento apresentam considerável impacto positivo na fatura de energia elétrica.

Esta mesma ação ainda será executada em Erechim, Santo Ângelo e Jóia. Os clientes que podem receber os aquecedores já estão mapeados pela RGE e pelo poder público. Por isso, não há a necessidade de moradores procurarem a RGE.

O aquecedor solar irá contribuir para a redução do consumo de energia do chuveiro elétrico. Esses equipamentos utilizam calor do sol para esquentar um fluído que passa por tubos, chamados de serpentinas. Cabe ao fluído absorver calor e, circulando dentro do reservatório de água sem se misturar a ela, ajudar no aquecimento da água para o banho. Esta água aquecida será, então, direcionada para o chuveiro da residência. Durante o banho, haverá uma redução no consumo de energia elétrica em função deste pré-aquecimento da água.

Em fevereiro deste ano, a RGE distribuiu lâmpadas de LED a 1.100 famílias de Passo Fundo. A ação também integrou o Programa de Eficiência Energética da distribuidora e busca substituir lâmpadas menos eficientes pela tecnologia LED em residências de famílias enquadradas na Tarifa Social ou que estejam em áreas consideradas de vulnerabilidade social pelo poder público. O investimento nesta ação foi de R$ 79 mil.