Lucro da Equatorial sobe 16,6% e fica em R$ 252 milhões no terceiro trimestre

Em nove meses, investimentos chegaram a R$ 1,0,2 bilhão, subindo 3,1%

A Equatorial Energia teve lucro de R$ 252 milhões no terceiro trimestre de 2017. De acordo com o balanço divulgado pela empresa na última quinta-feira, 9 de novembro, o resultado é 16,6% superior ao registrado no mesmo período de 2016, de R$ 216 milhões. A receita operacional líquida da Equatorial ficou em R$ 2,42 bilhões, subindo 19,7% em relação ao terceiro trimestre do ano passado. O Ebitda de R$ 502 milhões mostra um aumento de 13,7%. Os investimentos de R$ 315 milhões no trimestre mostram um recuo de 17,7%.

Nos nove meses do ano, o lucro da controladora da Cemar (MA) e da Celpa (PA) teve queda de 8,5%, ficando em R$ 474 milhões. A receita líquida nesse período chegou a R$ 6,34 bilhões, valor 15,65% acima da registrada até setembro de 2016, que ficou em R$ 5,48 bilhões. O Ebitda da empresa teve um aumento de 21,3%, saindo de R$ 985 milhões do mesmo período do ano passado para R$ 1,19 bilhão até setembro de 2017. Em nove meses, foram investidos R$ 1,02 bilhão, 3,1% a mais que no mesmo período de 2017.

De acordo com a Equatorial, o volume total de energia distribuída no período atingiu 3.883 GWh, com aumento de 2,5% no mercado da Cemar e retração de 1,5% na Celpa, comparando com os volumes do terceiro trimestre do ano passado. As perdas totais na concessionária do Maranhão fecharam o terceiro trimestre em 18,3% da energia injetada, diminuindo 0,3 ponto percentual em relação ao segundo trimestre do ano. Na Celpa, as perdas totais encerraram o período em 27,5% da energia injetada, valor menor que os 26,8% do trimestre anterior.

Na Cemar, o DEC ficou em 14,2 horas, uma redução de 3,7% em relação às 14,7 horas verificadas ao final do segundo trimestre deste ano.  Já o FEC acumulado dos últimos 12 meses do final do 3T17 foi de 7,2 vezes, recuando 5,3% em relação ao fechamento do último trimestre. Na Celpa, o DEC acumulado dos últimos 12 meses alcançou 27,9 horas, uma redução de 1,8% em relação às 28,4 horas verificadas no trimestre anterior. O FEC registrado foi de 18,1 vezes, com redução de 6,8%.