Derivativos: um contrato de segurança em cinco etapas

Negociação bilateral é feita em mercado de balcão que ultiliza o PLD como base para os termos dos três tipos de contratos negociados

No mercado livre de energia, a comercialização de energia requer um processo.

O ciclo de vida do derivativo de energia na B3, um importante ativo financeiro que pode ser utilizado na gestão de riscos, como um mecanismo de proteção contra a flutuação do preço da energia, é composto por cinco etapas e conta com toda a segurança e expertise da bolsa do Brasil, que é responsável por realizar o registro e liquidação desses contratos.

O primeiro passo do ciclo de vida é a pré-negociação, que é a preparação do Contrato Global de Derivativos (CGD), que contém os princípios básicos da negociação bilateral – como garantias e cláusulas para compensação de valores (netting) e inadimplência, entre outros acordos.

Em seguida, acontece a negociação, ou seja, as partes definem entre si os parâmetros da operação, como preço, quantidade de energia, vencimento, ativo subjacente, entre outros quesitos. A negociação pode ocorrer em qualquer meio – seja por telefone, por e-mail, ou ainda por plataforma eletrônica.

A terceira etapa é a da pós-negociação, quando se emite uma nota com o resumo dos principais parâmetros da negociação.

Após conferidas, essas informações seguem para a quarta etapa, o registro, que é operacionalizado por um banco ou corretora, assim como acontece em outros derivativos. Essas instituições financeiras, além de realizar o intermédio do registro dessas operações, também podem auxiliar os players do mercado de energia nas demais etapas do processo. Para consultar a lista das corretoras parceiras da B3, clique aqui.

O pagamento da operação também é feito dentro dos sistemas da B3. Cabe ressaltar, porém, que por ser uma operação de balcão, não há oferta pela B3 de nenhum tipo de proteção ou cobertura contra inadimplência de qualquer uma das partes.

Para consultar a lista das corretoras parceiras da B3, clique aqui.

Quer saber mais como funcionam os derivativos? A gente te explica, acesse a matéria Derivativos aumentam a liquidez e reduzem riscos na comercialização de energia.

Leitores do CanalEnergia poderão encaminhar dúvidas sobre o funcionamento do mercado de derivativos e sobre a nova atuação da B3 no mercado livre de energia. Envie perguntas para o e-mail energia@b3.com.br que elas serão respondidas nos nossos próximos conteúdos!

(Nota da Redação: Conteúdo patrocinado produzido e oferecido pela B3)