SENAI inaugura Instituto de Inovação em Energias Renováveis

Instalada no Rio Grande do Norte, unidade tem como destaque o Túnel de Vento, laboratório projetado para atender a demanda da indústria eólica

Foi inaugurado no Rio Grande do Norte, na última terça- feira, 15 de junho, Dia Mundial do Vento, o Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER). Como impulso ao fortalecimento da indústria e à competitividade do Brasil, a unidade vai trazer soluções que prometem catapultar a sustentabilidade do país, com redução de custos, mais eficiência e geração de energias limpas.

O ISI-ER faz parte de uma rede formada por 26 Institutos de Inovação implantados pelo SENAI no Brasil para atender a diferentes demandas da indústria. É a maior rede de institutos privados do país para Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) do setor, com a unidade em Natal, no Rio Grande do Norte, como principal referência para pesquisa, desenvolvimento e inovação com foco em energia eólica e solar.

Um dos destaques do ISI-ER é o Túnel de Vento, primeiro laboratório do Brasil projetado para atender a demanda da indústria eólica. O Túnel realiza pesquisas, desenvolvimento e prestação de serviços de calibração de anemômetros, instrumentos que medem velocidade e direção de ventos para o setor – e possibilita, ainda, avaliação de desempenho de estruturas e formas que precisam ser submetidas a diferentes intensidades de ventos.

Para o SENAI/RN, o Instituto complementa as ações do Centro de Tecnologias do Gás e Energias Renováveis (CTGAS-ER), a unidade do SENAI que forma mão de obra qualificada para a indústria – constituindo agora o chamado HIT, Hub de Inovação e Tecnologia no Rio Grande do Norte.

Para o Governo do Estado do RN, a chegada do ISI-ER fortalecerá cada vez mais o mercado tão promissor. O Instituto significa tecnologia de ponta para que possam avançar cada vez mais na produção das energias, trazendo desenvolvimento e geração de empregos. E complementou que o Rio Grande do Norte tem assegurados, até 2026, ao menos R$ 7 bilhões em investimentos em energia eólica e R$ 2,3 bilhões em energia solar fotovoltaica.