Engie Brasil e Neoenergia mantém-se no Índice de Sustentabilidade da B3

Segunda prévia do ISE foi apresentada nessa quinta-feira, 16 de dezembro

As ações da Engie Brasil Energia e da Neoenergia foram incluídas na carteira do Índice de Sustentabilidade (ISE) da B3 para o ano de 2022. Considerado uma das mais importantes métricas empresariais do Brasil e a quarto do mundo, o ISE apoia os investidores na tomada de decisão de investimento e induz as empresas a adotarem as melhores práticas ESG. A nova carteira terá vigência de janeiro a dezembro de 2022.

A Engie foi listada na 7ª posição geral entre as 45 empresas componentes do índice, sendo a primeira do setor elétrico na segunda prévia apresentada nesta quinta-feira, 16 de dezembro, pela Bolsa. Este é o 17° ano consecutivo que a companhia integra a lista, desde o lançamento do ranking, feito repetido por apenas outras cinco empresas.

Sob nova metodologia, pela primeira vez foi considerado como critério classificatório o risco reputacional e a nota obtida pelas companhias no Carbon Disclosure Project (CDP) para avaliação das iniciativas relacionadas às mudanças climáticas. Outra importante mudança foi a setorização do questionário. Agora o ISE traz rankings com notas gerais e por setor, com o objetivo de facilitar aos investidores e gestores o mapeamento das empresas com ações listadas na B3 que estão mais adiantadas na agenda ESG.

A companhia também foi selecionada para compor a nova carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO2) da B3 pelo segundo ano seguido. O ICO2 é composto pelas ações das empresas participantes do IBrX 100 que possuem maior transparência em relação ao reporte das emissões dos gases do efeito estufa e de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono, sendo um indutor das discussões sobre mudança climática no Brasil.

Neoenergia permanece pela segunda vez

Pela segunda vez consecutiva, a Neoenergia foi reconhecida por suas práticas de sustentabilidade no ranking da B3. Alinhada à Iberdrola, sua controladora, busca contribuir com a descarbonização da economia e tem a meta de neutralizar as emissões de carbono até 2050. Para isso, investe especialmente em geração eólica e solar, mobilidade sustentável e redes inteligentes.

Até 2022 a empresa espera chegar a 90% da sua capacidade instalada em fontes renováveis. Estão em construção dois complexos eólicos estratégicos – Chafariz (PB) e Oitis (PI e BA) – que levarão a companhia a triplicar a potência instalada em eólica, além das obras do complexo solar Luzia (PB), o primeiro fotovoltaico para geração centralizada da empresa.