Energisa aplica R$ 5 mi para restauração florestal do Pantanal e Amazônia

Companhia adere a fundo do BNDES que investirá R$ 500 mi para recomposição de biomas brasileiros

O Grupo Energisa ampliará em R$ 5 milhões os investimentos em projetos voltados à restauração de espécies nativas no Pantanal e Amazônia, onda atua com soluções renováveis para geração e na distribuição de energia elétrica.  A companhia anunciou a adesão ao fundo Floresta Viva, lançado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que ao longo de sete anos aplicará R$ 500 milhões em programas de reflorestamento de biomas brasileiros, com até 50% dos recursos vindo do banco.

O fundo tem operação por meio de um modelo de financiamento que reúne recursos não reembolsáveis do BNDES junto ao de instituições apoiadoras, casos da Petrobras,  Coopercitrus, Grupo Heineken, Itaipu Binacional, governo do Mato Grosso do Sul, Philip Morris Brasil e a Vale, por meio do Fundo Vale.

A estrutura é de um matchfunding, onde para cada R$ 1 do setor privado, o banco coloca outro R$ 1. Dessa forma, o aporte de R$ 5 milhões da Energisa totalizará um aporte de R$ 10 milhões para os programas de reflorestamento com seleção pública. Assim ajudará a impulsionar o setor de restauração ecológica e as empresas na transição justa para uma economia de baixo carbono

Seleção de projetos – Por intermédio de chamada pública, um gestor será responsável pelo edital de seleção e acompanhamento dos projetos. Os editais começarão a ser lançados no primeiro semestre e vão prever requisitos ambientais e sociais que deverão estar alinhados a padrões de certificação internacional.

Os recursos poderão ser empregados de diversas formas, como na aquisição de sementes, mudas, insumos e equipamentos; na implantação de viveiros de mudas; na capacitação profissional e no pagamento de mão de obra, pesquisas, estudos e serviços técnicos necessários à execução do projeto. Entre os itens passíveis de apoio, também constam atividades para elaboração, aprovação, validação e verificação e emissão de créditos de carbono, quando associadas à realização dos objetivos do projeto.