Bimbo Brasil aposta em energia 100% renovável para fábricas

Companhia já atingiu, três anos antes do previsto, a meta de consumir eletricidade 100% renovável em suas operações fabris até 2025

Seis fábricas da Bimbo Brasil já operam com energia 100% renovável obtida de fonte eólica proveniente de empresas do mercado livre de energia. Com isso, a empresa deixa de emitir 5,3 mil toneladas de CO2 por ano. Até 2030, o Grupo está empenhado em reduzir 50% de suas emissões CO2 para o escopo 1.

As unidades fabris estão distribuídas em São Paulo (SP), Mogi das Cruzes (SP), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), Jaboatão dos Guararapes (PE) e Gravataí (RS). Segundo o diretor geral da Bimbo Brasil, Alfonso Argudín, os resultados obtidos estão compensando os esforços destinados ao projeto: “O objetivo estabelecido por meio da participação na RE100, que reúne empresas focadas em tornar a eletricidade 100% renovável em suas operações, era contar com todas as unidades da companhia utilizando energia limpa até 2025. Entretanto, atingimos a meta em apenas dois anos”.

A iniciativa faz parte dos compromissos globais da companhia, que aderiu à campanha Race To Zero (corrida ao zero) – agenda global apoiada pela Organização das Nações Unidas (ONU), que reúne lideranças com objetivo de contribuir para o compromisso de ser zero emissão líquida de carbono até 2050.

Vale destacar que a Bimbo Brasil integra a lista dos 21 países em que o Grupo Bimbo já opera com eletricidade 100% renovável e cujo progresso atual em seus 33 países está em 93%. “Para os próximos anos, colocaremos em prática uma série de ações que permitirá reduzir nossa pegada de carbono. A utilização de energia renovável é uma das iniciativas que faz parte do planejamento de sustentabilidade do Grupo e reafirma a nossa filosofia em sermos uma empresa sustentável, altamente produtiva e plenamente humana. Fazemos isso por meio de melhores práticas, que incluem inovação tecnológica e o apoio de parceiros e clientes, continuaremos trabalhando para prevenir, reduzir ou eliminar a emissão de carbono em nossa cadeia de valor”, finaliza Argudín.