Olá, esse é um conteúdo exclusivo destinado aos nossos assinantes
Para continuar tendo acesso a todos os nossos conteúdos, escolha um dos nossos planos e assine!
Redação
de R$ 47,60
R$
21
,90
Mensais
Notícias abertas CanalEnergia
Newsletter Volts
Notícias fechadas CanalEnergia
Podcast CanalEnergia
Reportagens especiais
Artigos de especialistas
+ Acesso a 5 conteúdos exclusivos do plano PROFISSIONAL por mês
Profissional
R$
82
,70
Mensais
Acesso ILIMITADO a todo conteúdo do CANALENERGIA
Jornalismo, serviço e monitoramento de informações para profissionais exigentes!

O secretário de Planejamento e Transição Energética do Ministério de Minas e Energia, Thiago Barral, defendeu durante encontro com agentes do setor que a diversidade da matriz elétrica deve ser aproveitada no processo de transição e no desenvolvimento do país.

Segundo Barral, o Brasil tem a oportunidade de trazer para a ampliação do setor elétrico a combinação da diversidade e da riqueza das diferentes fontes de geração. “O Brasil é o país do híbrido. É isso o que faz a nossa matriz ser competitiva. Eu acho que nós temos que aproveitar isso”, disse na última terça-feira, 20 de junho, durante café da manhã organizado pelo Fórum de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Setor Elétrico (Fmase) e pelo Fórum das Associações do Setor Elétrico (Fase).

Além do secretário, participaram do encontro o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica, Sandoval Feitosa; parlamentares como o deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania/SP); e o presidente do Fase, Mário Menel.

Barral também destacou a importância do debate sobre a transição energética, mas alertou que nada vai acontecer “por gravidade”, e que é preciso definir que instrumentos serão estabelecidos para desenvolver o potencial da indústria do país.

Para o presidente do Fmase, Marcelo Moraes, não há momento melhor que o atual para se falar sobre a transição energética. Ele lembrou que há um cenário favorável de geração de energia e de engajamento dos três poderes para discutir o sistema elétrico brasileiro e as tendências mundiais de descarbonização.