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A transição energética é um dos principais temas de discussão do setor de energia e dos governos no Brasil e no mundo. Europa e Ásia aceleram as discussões em eventos, painéis e, mais recentemente, em investimentos nos países com grande possibilidade de se tornarem produtores e exportadores de energia limpa e renovável, já de olho no futuro com esses possíveis parceiros comerciais. O papel do Brasil nessa discussão é de destaque desde o começo: a capacidade natural do país em produção de energia hídrica, solar e eólica chama atenção do mundo, e o governo brasileiro também vem trabalhando – especialmente em parceria com estados do Nordeste – para mostrar que apostar no Brasil é uma boa ideia visando também o mercado de Hidrogênio Verde e de novas tecnologias de armazenamento e transmissão de energia.

A SPIC Brasil tem usado sua expertise global na atuação com matrizes renováveis para trazer ao país uma experiência de sucesso que alie tecnologia, inovação e sustentabilidade. Os olhares das empresas estão voltados para a próxima década, vista como decisiva para o mundo em termos de descarbonização. A companhia também vem atuando com outras empresas geradoras de energia para alterar a norma regulatória brasileira e permitir a ampliação do potencial das usinas hidrelétricas já existentes como forma de garantir energia elétrica renovável e limpa, além de suprir o déficit sazonal de fontes intermitentes como a solar e eólica.

Conversamos com a CEO da SPIC Brasil, Adriana Waltrick, sobre transição energética, descarbonização, investimentos no Brasil e perspectivas de mercado para o setor elétrico nos próximos anos. A entrevista você confere a seguir:

Como a SPIC Brasil está inserida na discussão sobre a transição energética e o net zero?

Através do nosso planejamento estratégico buscamos liderar a transição para uma economia de baixo carbono, contribuindo para segurança energética, com portfolio diversificado em geração eólica, solar, hídrica e a gás natural. Atuamos com o compromisso de promover a descarbonização da economia e a transição energética no país. Até 2030, o Grupo SPIC atingirá a neutralidade de carbono em suas atividades, ou seja, não emitirá nenhuma molécula de carbono que não seja compensada.

Nosso crescimento é estruturado em quatro pilares que se concretizam em ativos de negócios e investimentos em pesquisas para um futuro verde e sustentável:

– Energia hidroelétrica: a UHE São Simão mantem sua plena operação e encontra-se em processo de modernização

– Energias renováveis solar e eólica:  seguimos na expansão dos investimentos greenfield, concretizada com a recente aquisição de dois projetos solares no Nordeste brasileiro com 738 MWp

– Energia Reserva (Gas Natural):  através da participação societária em GNA I (operação 1,3 GW inst) e GNA II (contruçao 1,7 MW inst).

– Pesquisa e Inovaçao / Smart energy: projetos de desenvolvimento de futuras plantas híbridas , bem como, de produção do hidrogênio e amônia verdes, soluções de armazenamento energético.

Poderia detalhar os investimentos da SPIC no Brasil?

Estamos construindo dois parques fotovoltaicos no Ceará e no Piauí, marcando nossa entrada no mercado de energia solar no país e consolidando nosso posicionamento na transição energética global. Os parques de Brasileira (PI) e Jaguaretama (CE) representam investimentos de aproximadamente R$2 bilhões e, juntos, terão capacidade instalada de 738 MW, o suficiente para abastecer mais de 900 mil residências por ano. Além disso, estamos realizando um grande trabalho de modernização na Usina Hidrelétrica São Simão, um investimento de mais de R$1 bilhão ao longo de 10 anos.

Também assinamos memorandos de entendimento (MoUs) para estudos de viabilidade de produção e armazenamento de hidrogênio verde no Porto Pecém, em Fortaleza, e para pesquisa de energia eólica onshore e offshore no Porto Açu (RJ). Além disso, foi assinado um protocolo de entendimentos com o governo federal para projetos com sistemas isolados de geração de energia limpa na Amazônia. Para os próximos anos, seguimos avaliando oportunidades e buscando novas possibilidades de investimentos em fontes de energia limpa para compor uma matriz elétrica diversificada e resiliente às mudanças climáticas e variações conjunturais. Esses investimentos refletem o potencial que a SPIC Brasil enxerga no país e representam um novo passo em direção à transição energética na próxima década.

Como a SPIC Brasil está posicionada no setor elétrico brasileiro?

A SPIC Global, da qual fazemos parte, é uma das cinco maiores geradoras de energia do mundo. Globalmente, temos ativos totais de mais de US$230 bilhões e capacidade instalada superior a 213 GW. No Brasil, os ativos da SPIC somam mais de 3 GW. Operamos a Usina Hidrelétrica São Simão, localizada na divisa entre os estados de Minas Gerais e Goiás, e mais dois parques eólicos na Paraíba – Millennium e Vale dos Ventos. Também temos participação no maior complexo de gás natural da América Latina, o GNA (Gás Natural Açu), em São João da Barra (RJ) e, recentemente, como citado, entramos no mercado de geração fotovoltaica a partir da construção de dois parques solares no Nordeste.

Temos como objetivo estar entre os três principais players privados de geração de energia no Brasil até 2025, consolidando nossa posição no setor elétrico brasileiro. Entendemos ainda que o tema transição energética é um dos mais relevantes para o setor na próxima década. A SPIC, ao lado de outras geradoras de energia do país, tem trabalhado em busca de proposições regulatórias que tragam melhorias para o setor, como a repotenciação das UHEs, que pode garantir mais energia ao sistema interligado nacional, além da remuneração justa aos serviços prestados pelas hidrelétricas na estabilização do sistema elétrico brasileiro.

(Nota da Redação: Conteúdo patrocinado produzido pela empresa)