Olá, esse é um conteúdo exclusivo destinado aos nossos assinantes
Para continuar tendo acesso a todos os nossos conteúdos, escolha um dos nossos planos e assine!
Redação
de R$ 47,60
R$
21
,90
Mensais
Notícias abertas CanalEnergia
Newsletter Volts
Notícias fechadas CanalEnergia
Podcast CanalEnergia
Reportagens especiais
Artigos de especialistas
+ Acesso a 5 conteúdos exclusivos do plano PROFISSIONAL por mês
Profissional
R$
82
,70
Mensais
Acesso ILIMITADO a todo conteúdo do CANALENERGIA
Jornalismo, serviço e monitoramento de informações para profissionais exigentes!

A Eletrobras viu seu número de clientes no mercado livre disparar. Passou de 32 para 162 ao final do segundo trimestre do ano. Esse aumento reflete a aposta da empresa nesse segmento que poderá receber mais de 100 mil novos clientes a partir de janeiro.

O CEO da empresa, Wilson Ferreira Júnior, afirmou que a estratégia da companhia é a de diversificar o número de clientes e operar de forma integrada. Nesse caminho, disse ele em entrevista coletiva, está a concepção de novos produtos padronizados que são de interesse de clientes. Ou ainda estruturar produtos de acordo com especificidade de clientes.

Ele comentou que a Eletrobras vem trabalhando com equipes de vendas que estão sendo treinadas para se apresentarem aos consumidores e que podem ofertar produtos estruturados atendendo a necessidades, por exemplo, de sazonalidade ou flexibilidade. “Esse será um mercado B2B atuando em uma plataforma mais dinâmica do ponto de vista de TI para acessar os avanços da liberalização do mercado para quando essa abertura chegar ao grupo B”, disse ele.

O executivo destacou a capacidade da empresa em oferecer volume de energia e preços que ele classificou como única no mercado por atender a qualquer região do país, a prazos e preços.

Ao final do segundo trimestre, a Eletrobras reportou aumento de 8% no volume de energia comercializada chegando aos 17.067 MW médios. Desse volume houve um incremento de vendas no ACL de 2 pontos porcentuais, passando de 4.760 MW médios para 5.420 MW médios. O preço médio passou de R$ 191,52 por MWh para R$ 198,26/ MWh.

A participação do ACL sob o total de energia gerada da Eletrobras ficou em 32% e representou a maior parcela de destino da geração, superando até mesmo as cotas de garantia física que proporcionalmente representaram 31% do volume produzido.