Olá, esse é um conteúdo exclusivo destinado aos nossos assinantes
Para continuar tendo acesso a todos os nossos conteúdos, escolha um dos nossos planos e assine!
Redação
de R$ 47,60
R$
21
,90
Mensais
Notícias abertas CanalEnergia
Newsletter Volts
Notícias fechadas CanalEnergia
Podcast CanalEnergia
Reportagens especiais
Artigos de especialistas
+ Acesso a 5 conteúdos exclusivos do plano PROFISSIONAL por mês
Profissional
R$
82
,70
Mensais
Acesso ILIMITADO a todo conteúdo do CANALENERGIA
Jornalismo, serviço e monitoramento de informações para profissionais exigentes!

A Thymos Energia estima que o mercado de hidrogênio sustentável, verde ou com compensação de carbono deve movimentar globalmente US$ 350 bilhões até 2030. No Brasil podem circular US$ 28 bilhões, cerca de 8% do montante total. O levantamento faz parte do white paper “Hidrogênio verde: a nova fronteira dos mercados de energia”, desenvolvido pela consultoria.

A maior parte esse montante deve vir da rota verde de produção do energético. A empresa aponta que o mercado de fornecimento de H2V é sensivelmente influenciado por dois fatores: a disponibilidade do potencial de energia elétrica renovável e a oferta do recurso hídrico. O Brasil tem os dois em abundância, por isso deve concentrar metade dos investimentos latinos e 8% dos aportes mundiais..

O estudo da Thymos demonstra que todo esse potencial de investimentos vem dos projetos já previstos para 2030, com o objetivo de atender a diversas demandas. O hidrogênio pode ajudar a descarbonizar o setor de transporte aéreo, rodoviário, ferroviário e marítimo, grande parte do segmento industrial, também os segmentos de mineração e siderurgia e ainda pode ser usado para gerar aquecimento e produzir energia elétrica.

O documento também aponta desafios para que os mercados de hidrogênio verde nacional e mundial se estabeleçam. Atualmente, o maior deles é diminuir o preço do energético para US$ 2 por quilo. O custo da energia elétrica representa mais de 50% do custo de produção do H2V, sendo desafiador alcançar esse patamar, ainda em países que possuam grandes potenciais de energia renovável.

Para transformar todo esse potencial em realidade, o estudo da Thymos aponta a necessidade de criação de uma estratégia nacional envolvendo vários aspectos, e que precisar ser estruturada em conjunto com sociedade e demais stakeholders, como os produtores, consumidores, investidores e especialistas. A consultoria reconhece que em termos regulatórios, já  foram dados os primeiros passos para a implementação de marcos estratégicos que incentivam o desenvolvimento do mercado de hidrogênio nacional, mas alerta que o país precisa avançar na criação de políticas estruturantes e planejadas para estabelecer essa indústria por aqui.