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A Neoenergia divulgou nesta quarta-feira, 25 de outubro, os resultados do terceiro trimestre e do acumulado de 2023. O lucro líquido foi de R$ 1,5 bilhão no trimestre, com aumento de 3% em relação ao mesmo período do ano passado. O Ebitda alcançou R$ 2,6 bilhões no trimestre, e R$ 7,6 bilhões no ano, com variação positiva em relação aos mesmos períodos de 2022, de 4% e de 6%, respectivamente.

De acordo com o CEO Eduardo Capelastegui, além desse desempenho, foi mantida a disciplina de custos, e apresentado um crescimento das despesas operacionais de apenas 4% no trimestre, abaixo da inflação. No acumulado do ano, a companhia segue em linha com a inflação do período, absorvendo a expansão dos negócios com os novos ativos, de Transmissão e de Renováveis, que entraram em operação recentemente.

A Neoenergia executou um Capex acumulado de R$ 6,5 bilhões, sendo R$ 2,2 bilhões no trimestre. Os investimentos tiveram foco na digitalização das redes e na expansão das cinco distribuidoras; bem como foram destinados à execução de projetos nos negócios de Transmissão e de Renováveis. Em Transmissão, a companhia avançou com a entrega de mais dois trechos, com um total de R$ 46 milhões de Receita Anual Permitida.

No período, a companhia seguiu a estratégia de rotação de ativos com atenção na valorização e na otimização do portfólio. Dessa forma, a Neoenergia concluiu a primeira etapa da parceria com o Fundo Soberano de Cingapura, com a venda de 50% de oito ativos operacionais de transmissão. A operação proporcionou a entrada em caixa, em setembro, de cerca de R$ 1,1 bilhão.

Além disso, foi finalizada a permuta de ativos com a Eletrobras, operação anunciada em dezembro do ano passado, e que teve um impacto positivo no resultado do trimestre, com R$ 1,5 bilhão pela mais-valia na aquisição de 100% do controle da UHE Dardanelos (MT). A operação também foi marcada pela transferência à Eletrobras da participação nas usinas hidrelétricas de Teles Pires (PA/MT) e de Baguari (MG).

A Neoenergia também firmou parceria com a Comerc para o desenvolvimento de projetos de geração distribuída de energia. A joint venture foi aprovada em outubro, sem restrições, pelo Cade.

O volume total de energia injetada totalizou quase 20 mil GWh, no terceiro trimestre, com alta de 4,7% em relação ao mesmo período do ano passado. No acumulado do ano, esse montante foi de cerca de 60 mil GWh, com aumento de 3,2% em base anual de comparação, incluindo geração distribuída, refletindo a retomada do crescimento nas áreas de concessão.

As cinco concessionárias encerraram o terceiro trimestre com um aumento de 317 mil novos consumidores, totalizando 16,3 milhões de clientes ativos. Com esse marco, a Neoenergia mantém a liderança como a maior empresa no Brasil em número de clientes em distribuição de energia.

Em relação à qualidade do fornecimento de energia, quatro distribuidoras – Coelba, Cosern, Elektro e Neoenergia Pernambuco – ficaram abaixo do limite regulatório tanto para o DEC quanto para o FEC. A Neoenergia Brasília, que enquadrou o DEC no quarto trimestre de 2022, ficou abaixo do limite definido em seu contrato de concessão de 6,43 vezes para o FEC. As perdas totais seguem controladas nos últimos 12 meses, com quatro distribuidoras – Neoenergia Coelba, Neoenergia Cosern, Brasília e Neoenergia Elektro – enquadradas no limite regulatório.