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A Fundação Engie, em parceria com a Associação Brasileira do Biogás (ABiogás), está doando 18 biodigestores para escolas e comunidades em todas as regiões do país. Os equipamentos transformam resíduos orgânicos em biogás, que pode ser utilizado como substituto ao gás de cozinha. Possuem capacidade de gerar até sete horas de biogás por dia a partir de apenas dez quilos de resíduos orgânicos, garantindo uma economia de custos na hora de cozinhar, além de diminuir a quantidade de lixo que iria para os aterros.

Segundo as partes, a solução também produz um biofertilizante líquido natural, garantindo uma fonte contínua e sustentável para a fertilização de hortas. O projeto deve impactar diretamente 3.600 alunos e conta com a participação de 31 voluntários do grupo Engie, que vão apresentar conceitos de transição energética para jovens, crianças e adultos durante as instalações. A ferramenta pedagógica pode estar relacionada a diversas disciplinas, como ciências, matemática e meio ambiente. Além disso, um biodigestor seria capaz de reduzir até seis toneladas de emissões de gases de efeito estufa anualmente.

Funcionamento

Para iniciar o funcionamento, basta adicionar esterco animal e água, em quantidades indicadas, de acordo com o modelo instalado. Uma equipe técnica vai ao local da instalação para dar o suporte necessário no início da operação. Após cerca de um mês, o sistema gera as primeiras chamas e inicia a produção e armazenamento de biogás, pronto para uso na cozinha.

Já presente em mais de 100 países, o equipamento chegou ao Brasil em 2018 e hoje está presente em todos os 26 estados, contando com mais de 1.100 instalações pelo país. É uma tecnologia escalonável que possibilita a gestão adequada dos detritos naturais e desempenha um importante papel na proteção do meio ambiente. Segundo a Engie, a expectativa é ampliar o número de instalações desse tipo, levando desenvolvimento local e geração de renda, além de contribuir para as metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e indicadores do ESG.