Olá, esse é um conteúdo exclusivo destinado aos nossos assinantes
Para continuar tendo acesso a todos os nossos conteúdos, escolha um dos nossos planos e assine!
Redação
de R$ 47,60
R$
21
,90
Mensais
Notícias abertas CanalEnergia
Newsletter Volts
Notícias fechadas CanalEnergia
Podcast CanalEnergia
Reportagens especiais
Artigos de especialistas
+ Acesso a 5 conteúdos exclusivos do plano PROFISSIONAL por mês
Profissional
R$
82
,70
Mensais
Acesso ILIMITADO a todo conteúdo do CANALENERGIA
Jornalismo, serviço e monitoramento de informações para profissionais exigentes!

O período seco de 2023 no calendário terminou e outubro fecha com a melhor condição de reservatórios do Sistema Interligado Nacional desde 2009. Esse foi um dos destaques da reunião mensal do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, realizada na quarta-feira, 8 de novembro, em Brasília. Segundo dados do ONS, foram verificados armazenamentos equivalentes de cerca de 69%, 88%, 60% e 58% nos subsistemas Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte, respectivamente. Para o SIN, esse índice foi de 68%.

A nota do CMSE sinalizou que para o último dia de novembro, a expectativa no cenário inferior é de armazenamentos de 60,8% no SE/CO, 89,9% no Sul, 55% no NE e de 45,7% no Norte. No cenário superior, há previsão de índices de 65,7%, 84,1%, 59,2% e 45,6% da EARmáx, respectivamente. No consolidado do SIN, os resultados para o fim do mês devem ser de 61% no cenário inferior, e de 64,8% para o cenário superior.

“Segundo o ONS, os armazenamentos apresentados nos estudos indicam que as condições permanecem confortáveis para o atendimento ao SIN até o fim do horizonte de análise, em abril de 2024, com segurança do atendimento tanto do ponto de vista de energia como de potência”, afirma a nota.

Ao longo do mês passado, relatou o operador, houve precipitação superior à média histórica nas bacias hidrográficas da Região Sul, conforme esperado em anos de El Niño. Nas demais bacias de interesse do SIN, as chuvas ficaram abaixo da média, com destaque, claro, para a seca na Amazônia.

Assim, foram verificados valores de energia natural afluente acima da média histórica no subsistema Sul, próximos da média na região SE/CO e abaixo da média para o NE e o Norte, sendo os índices, em ordem, 341%, 97%, 49% e 57% da MLT.

Para novembro, o cenário inferior aponta para ENA abaixo da média histórica para todo o SIN, com exceção do Sul. Sendo o SE/CO com 58%, Sul com 187%, Nordeste com 31% e Norte com apenas 22% da média histórica. Para o cenário superior, os índices esperados são 92%, 155%, 59% e 45% da MLT nessa mesma ordem de submercados.

No SIN, as análises de sensibilidade vão de 76% – 10º menor valor do histórico de 93 anos – a até 97% da MLT o 46º maior desse período de tempo analisado.

Em termos de expansão, foi verificada em outubro a adição de 639 MW de capacidade instalada de geração centralizada e 388 km de linhas de transmissão. No mês, não houve expansão consolidada de capacidade de transformação. Assim, contabiliza o MME, até outubro totalizou 7.799 MW de capacidade instalada de geração centralizada, 5.481 km de linhas de transmissão e 14.736 MVA de capacidade de transformação.

A ocorrência em São Paulo também foi tema de apresentação da Agência Nacional de Energia Elétrica na reunião, mas a nota publicada não destacou o que foi falado nessa ocasião.

Já a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) apresentou os impactos esperados dos fenômenos El Niño sobre os recursos hídricos. Na região Norte, onde há escassez, a agência informou que estão sendo realizadas dragagens emergenciais para garantir a segurança no tráfego de embarcações. A bacia hidrográfica do Rio Madeira apresentou melhoras de afluência nos últimos dias.