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Ainda que no último trimestre a Eneva tenha visto o despacho menor de suas usinas em relação ao mesmo período do ano passado, a geradora vem percebendo aumento na geração das UTEs desde final de setembro com o crescimento da carga nos dias de calor. Assim o Operador Nacional do Sistema Elétrico tem recorrido ao complemento termelétrico para atendimento à potência. Segundo o CEO da companhia, Lino Cançado, os acionamentos passaram a ficar mais constantes em novembro, com o complexo Parnaíba tendo sido demandado há duas semanas.

“Nesta semana praticamente todas as UTEs do país estão sendo acionadas, com a carga devendo atingir 105 GW hoje por conta do calor”, pontuou o executivo na teleconferência aos acionistas ao final da manhã dessa terça-feira, 14 de novembro. Na sua avaliação, caso a Argentina tivesse a necessidade de energia nesses dias, provavelmente o ONS não iria autorizar a operação. No entanto o país vizinho não teve demanda em função dos efeitos do El Niño, que ampliaram a capacidade hídrica por lá.

Desinvestimento da Eletrobras

Na oportunidade, o diretor de Finanças, Marcelo Habibe, comentou que a empresa analisa o processo de alienação das térmicas da Eletrobras e que não precisaria de uma oferta, podendo utilizar o balanço financeiro dos ativos para alavancagem e posterior desalavancagem. Seria uma estrutura de financiamento com o próprio fluxo de caixa envolvendo o negócio, parecido com o que foi feito na UTE Fortaleza, mas numa escala maior.

“Temos interesse nos ativos a um preço certo e esperamos as fases de diligências”, salientou Habibe, afirmando que existe mercado para tal, mas que a estrutura da aquisição ainda não foi discutida com o conselho.

Entre outros destaques, o diretor ressaltou que ainda existe um volume disponível, ainda que pequeno, para venda em contratos de médio e longo prazo da energia do complexo Futura, assim como o de hoje junto à Vallourec, devendo em breve ter novidades nesse sentido. Por fim, destacou a aprovação pela Aneel da prorrogação, por mais 246 dias, do prazo dos PPAs de carvão que envolvem usinas da companhia, e que agora vai até 2 de setembro de 2028. A decisão aconteceu nessa terça-feira, na reunião do colegiado da agência.