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O conselho de administração da Copel aprovou o montante de R$ 2,4 bilhões para o programa de investimentos previsto para 2024, desse total cerca R$ 2 bilhões serão para distribuição, R$ 265 milhões para geração e transmissão, R$ 72 milhões para demais projetos de geração e transmissão, R$ 17 milhões para a Copel Serviços, R$ 3,4 milhões para a Holding, R$ 1,5 milhão para a Copel Comercialização e R$ 53,4 milhões para outras participações.

Segundo a companhia, desse total aprovado, a maior parte está alocada para a Copel Distribuição com o objetivo permanente de aumento da eficiência operacional, redução de custos e composição da base de remuneração de ativos regulatórios (BRR), especialmente por meio da continuidade da execução do “programa transformação”, composto pelos projetos Paraná Trifásico, Rede Elétrica Inteligente e Confiabilidade Total. Do total previsto, estima-se 98% de investimento em ativos elétricos e 2% em ativos não elétricos. Na Copel GeT, destaca-se o orçamento previsto de R$ 90,1 milhões para investimentos em melhorias e reforços de suas linhas de transmissão.

A companhia também aprovou a convocação de assembleia geral extraordinária (AGE), a ser realizada em 18 de dezembro de 2023 com objetivo de deliberar sobre o desfazimento do “1º programa de conversão de ações e formação de certificados de depósito de ações” aprovado em 17 de março de 2021 (“Programa de Units”).

Além disso, a Copel anunciou que as ações preferenciais classe B (PNB) passaram a compor o MSCI Brazil, índice das ações nacionais do Morgan Stanley Capital Index (“MSCI”), com peso de 0,47% no indicador. Com a revisão da carteira, que será efetiva a partir de 1º de dezembro, o índice passa a ser composto por 48 empresas, representando cerca de 85% do mercado de ações do Brasil, segundo o MSCI.

Nova estrutura organizacional da Copel Holding

O conselho de administração da companhia também aprovou a nova estrutura organizacional da Copel Holding no âmbito do processo de sua reorganização estratégica, que visa, sobretudo, o alinhamento às melhores práticas do mercado, ter políticas integradas com melhor controle de resultados, a otimização das funções de liderança e o seu fortalecimento para a contínua geração de valor.

Nesse sentido, fundamentada em estudos de benchmarking e com apoio de uma consultoria especializada, a nova estrutura compreende a união da diretoria jurídica e regulatória com a diretoria de governança, risco e de compliance, formando a diretoria jurídica e de compliance, resultando em sinergias operacionais, eficiência e mais celeridade nos processos.

Além disso, será criada a diretoria adjunta de regulação ligada diretamente ao CEO, contemplando uma estrutura exclusiva para atuação ainda mais estratégica no âmbito regulatório com vistas à criação de valor para a companhia.

Contudo, essas deliberações ainda contemplam a aprovação para a continuidade dos estudos para potencial integração da Copel Mercado Livre à Copel Holding, visando o aumento de sinergia no planejamento energético, nas estratégias comerciais e na eficiência fiscal.