CEO da Engie descarta racionamento, mas fala de blecautes momentâneos

Segundo Eduardo Sattamini, medida teria um custo político num ano eleitoral para o governo

O CEO da Engie Brasil, Eduardo Sattamini, afirmou que a probabilidade de haver um racionamento “oficialmente anunciado” no Brasil é muito pequena, mas afirmou que é possível que aconteçam cortes de carga em alguns momentos do dia se a situação hidrológica crítica se estender por muito tempo.

Segundo Satamini, “o racionamento tem custo político, principalmente num ano eleitoral, de 2022, e pode ser muito ruim para o governo”. Ele diz ainda que hoje o Brasil tem ferramentas de gestão que não tinha em 2001. Por outro lado, para o gerador hidrelétrico, o racionamento seria positivo, já que diminui a pressão sobre o sistema.

A declaração foi feita durante teleconferência com investidores, em que os executivos da companhia apresentaram os resultados do segundo trimestre de 2021.