Consumo consolidado na Energisa sobe 5% em março

No trimestre, o consumo nos mercados cativo e livre apresentou aumento de 2,3%

O consumo consolidado de energia elétrica, cativo e livre, nas áreas de concessão do Grupo Energisa em março, apresentou aumento de 5% em relação ao mesmo mês do ano anterior. No período, o alívio de restrições e clima quente contribuíram com resultado. A maioria das classes apresentou crescimento, sobretudo residencial, comercial e industrial, representando 77% do incremento.

Em março, dez das 11 distribuidoras do grupo apresentaram alta no consumo de energia em suas áreas de concessão. A Energisa Rondônia teve alta de 15,8%; a Energisa Mato Grosso do Sul subiu 7,5%; a Tocantins, com alta de 12,9%, Energisa Paraíba, com aumento de 5,6% e Energisa Sul Sudeste subiu 5%, foram responsáveis por 90% do crescimento.

Na classe residencial, houve um aumento de 4,7% na comparação com o mesmo período do ano passado, puxado pelo clima mais quente e o efeito calendário. O segmento comercial teve um crescimento de 9,2%, o maior desde 2012. O principal fator que direcionou o resultado foi a baixa base de comparação com o mesmo período anterior e a maior atividade em shoppings, com diminuição de restrições. Já o rural recuou 6,2%, devido ao efeito da resolução 901, de migração de cerca de 70
mil clientes do rural para residencial. Sem esse efeito, o segmento ficaria estável, com aumento de 0,2%. A classe industrial registrou aumento no consumo de 5,3%, com as áreas de minerais metálicos, alimentícios e plásticos se destacando nas distribuidoras de Rondônia, Mato Grosso e Paraíba.

No primeiro trimestre de 2022, o consumo nos mercados cativo e livre do Grupo Energisa apresentou um aumento de 2,3%, em relação ao mesmo período de 2021. As classes comercial e residencial foram responsáveis por 66% do crescimento no consumo. No trimestre, oito distribuidoras apresentaram alta, com destaque para as distribuidoras do Mato Grosso do Sul, com alta de 6,5%; Rondônia, com alta de 10,3% e Energisa Sul Sudeste, com subida de 1,7%.