Olá, esse é um conteúdo exclusivo destinado aos nossos assinantes
Para continuar tendo acesso a todos os nossos conteúdos, escolha um dos nossos planos e assine!
Redação
de R$ 47,60
R$
21
,90
Mensais
Notícias abertas CanalEnergia
Newsletter Volts
Notícias fechadas CanalEnergia
Podcast CanalEnergia
Reportagens especiais
Artigos de especialistas
+ Acesso a 5 conteúdos exclusivos do plano PROFISSIONAL por mês
Profissional
R$
82
,70
Mensais
Acesso ILIMITADO a todo conteúdo do CANALENERGIA
Jornalismo, serviço e monitoramento de informações para profissionais exigentes!

A Copel Distribuição recebeu R$ 80 mil em royalties referente à comercialização do seu capacete com sensor elétrico, um produto desenvolvido ao longo de mais de dez anos de pesquisa na empresa. O valor é o primeiro recebido pelo capacete e se refere à parceria firmada com a indústria brasileira FEERGS, que produz e comercializa o produto. O licenciamento para produção no Brasil foi concedido em 2016 e a patente internacional foi emitida em 2019 pelo Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos (United States Patent and Trademark Office – USPTO).

A solução é capaz de detectar campos elétricos a uma distância segura da rede, ampliando a segurança do eletricista, uma vez que é utilizada em redundância com os equipamentos de proteção obrigatórios. Acoplado na frente do capacete, o sensor detecta campos elétricos por aproximação das chamadas áreas contaminadas, com a distância mínima de segurança recomendada sendo de 60 cm nas redes de 13,8 mil volts e de 100 cm nas de 34,5 mil volts. Se houver corrente elétrica nesta área, o aparelho emite um alerta sonoro intermitente, sinalizando o eletricista para o risco de choque elétrico.

Sensor acoplado emite alerta sonoro intermitente quando há risco de choque elétrico (Copel)

O equipamento é capaz de monitorar o campo elétrico em qualquer direção, diferentemente de dispositivos disponíveis no mercado em que a direção do sensor em relação à rede influencia na estimativa da distância. A ideia nasceu em 2004, a partir de um esboço feito pelo engenheiro eletricista Paulo Moreira de Souza, da Copel. Em 2009, foi transformada em projeto de pesquisa e desenvolvimento da Aneel.

Em 2016, teve início a produção do lote pioneiro do sensor de capacete para inserção no mercado. O protótipo foi aprimorado e, com aprovação do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), licenciado para produção e comercialização no Brasil. A Copel Distribuição também informou que pretende lançar uma chamada pública para cessão de uso de outras patentes desenvolvidas e registradas pela empresa.

Destaques 2022

Em 2022, a companhia protocolou 42 pedidos no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual e teve cinco patentes industriais concedidas, 14 certificados de registros de software e nove certificados de registro de desenho industrial. No mesmo ano, foram investidos R$ 95 milhões em projetos de pesquisa e desenvolvimento, sendo R$ 60 milhões destinados pela empresa.