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A Copel Geração e Transmissão firmou contrato com o Instituto Senai de Inovação para Tecnologias da Informação e Comunicação (ISI-TICs) para o desenvolvimento de uma plataforma computacional em nuvem para certificação de hidrogênio de baixo carbono produzido a partir de biomassa (resíduos orgânicos, dejetos, bagaço de cana, entre outros). São previstos investimentos de R$ 2,5 milhões na solução, que deverá incorporar tecnologia blockchain e métricas de pegada de carbono em serviços e produtos

Segundo a companhia, o projeto é inovador na medida em que o país não possui ainda uma certificação de hidrogênio de baixo carbono oriundo da biomassa, sendo essa metodologia essencial para o desenvolvimento de negócios, tanto no âmbito nacional quanto internacional. A iniciativa começa ainda em outubro e deve durar dois anos, devendo envolver também órgãos governamentais e diversos outros atores para que a tecnologia seja aceita pelo mercado.

Na avaliação das partes, o uso do blockchain, um registro digital descentralizado e imutável de transações, trará transparência, confiabilidade e a rastreabilidade necessária aos produtos, com o H2 sendo parte da matriz energética nacional impulsionará significativamente o desenvolvimento industrial brasileiro.