Olá, esse é um conteúdo exclusivo destinado aos nossos assinantes
Para continuar tendo acesso a todos os nossos conteúdos, escolha um dos nossos planos e assine!
Redação
de R$ 47,60
R$
21
,90
Mensais
Notícias abertas CanalEnergia
Newsletter Volts
Notícias fechadas CanalEnergia
Podcast CanalEnergia
Reportagens especiais
Artigos de especialistas
+ Acesso a 5 conteúdos exclusivos do plano PROFISSIONAL por mês
Profissional
R$
82
,70
Mensais
Acesso ILIMITADO a todo conteúdo do CANALENERGIA
Jornalismo, serviço e monitoramento de informações para profissionais exigentes!

A Schneider Electric em parceria com a Universidade de Boston, anunciou o estudo pioneiro Construindo um Futuro Sustentável: Examinando o Potencial de Criação de Empregos em Eletricidade, Aquecimento e Armazenamento em Edifícios com Baixo Carbono, que revela que mais de 2 milhões de novas vagas e até 141 milhões de anos adicionais de emprego podem ser criados na Europa e nos Estados Unidos por meio da adoção de tecnologias de energia limpa em edifícios novos e reformados.

A pesquisa, fruto da parceria entre o Instituto de Sustentabilidade Global da Universidade de Boston e o Instituto de Pesquisa em Sustentabilidade da Schneider Electric, se concentra na geração de empregos “verdes” relacionados à instalação de painéis solares no telhado, bombas de calor e baterias de armazenamento para a produção de energia renovável autoconsumida em edifícios residenciais, hospitais, hotéis, escritórios, varejo e educação da América do Norte, Europa e Ásia.

Essas tecnologias com baixa emissão de carbono e já disponíveis hoje, apoiam a eletrificação e digitalização do setor de construção, crucial para a redução das emissões de gases de efeito estufa em escala global. De acordo com Marcos Matias, presidente da Schneider Electric Brasil, a pesquisa demonstra que a transição traz consigo benefícios socioeconômicos significativos.

O estudo conclui que o potencial de geração de vagas depende tanto da região quanto do tipo de edifício. Em edifícios residenciais, cerca de 0,05 empregos podem ser criados por edifício. Para edifícios comerciais, varia de 0,3 a 4,7 cada. O potencial de surgimento de funções ultrapassa milhões. A Europa vislumbra uma considerável criação de vagas, com números específicos indicando o potencial de crescimento da força de trabalho em vários países-chave. A França poderia gerar 295 mil empregos, seguida de perto pela Alemanha, com 257 mil, Itália, com 252 mil, Reino Unido, com 247 mil, Espanha, com 212 mil e Holanda, com 66 mil.

Nos Estados Unidos, a região Oeste tem a possibilidade de criação de 182 mil empregos, enquanto o Meio-Oeste prevê um aumento de 18.900. No Nordeste, esperam-se 123 mil, e as regiões Sul e Sudeste estão preparadas para um crescimento substancial, com cerca de 319 mil.

O maior potencial de geração de novas vagas está no uso de bombas de calor em edifícios grandes e armazenamento de baterias em regiões e tipos de edifícios com excedente de energia solar. Para bombas de calor, energia solar fotovoltaica e baterias, a maior parcela de anos de emprego provém da construção e instalação.

A pesquisa expande duas descobertas recentes do SRI, que demonstraram que mais de 60% de redução nas emissões de carbono também pode ser alcançada ao implementar essas soluções com baixa emissão de carbono, e mais de 70% ao implantar soluções de construção digital e gerenciamento de energia em edifícios de escritórios existentes.

As descobertas da pesquisa podem ter impacto a curto prazo, tornando as estimativas úteis para informar empresas, comunidades e governos que desejam se envolver em projetos de construção. Para os políticos, entender o potencial que a transição para um estilo de vida net zero tem no mercado de trabalho pode potencialmente incentivar os céticos a apoiar a mudança para a energia verde. Para os tomadores de decisão, as estimativas podem melhorar as previsões em relação ao escopo, investimento, gerenciamento do ciclo de vida e impacto de projetos de construção.