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A previsão de carga para o Sistema Interligado Nacional voltou a desacelerar nesta semana. A estimativa divulgada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico na revisão semanal do PMO de junho é de uma expansão de 4,2% na comparação com o mesmo período do ano passado. O grande impulsionador dessa perda de ritmo está no submercado Sudeste/Centro-Oeste que deverá ter um crescimento de 3,8% ante os 5,4% estimados semana passada. Nas demais regiões o cálculo aponta expansão de 3,1% no Sul, 4,3% no Nordeste e de 8,8% no Norte.

O custo marginal de operação médio variou pouco para esta semana operativa. Na casa dos centavos. Para o período que se inicia está equalizado em R$ 18,01 por MWh em todo o SIN, sendo R$ 18,46 para a carga pesada, R$ 18,10 na média e R$ 17,78 na leve.

A energia natural afluente prevista continua em 54% da média de longo termo no SE/CO, o maior submercado do país. No sul recuou, mas ainda está acima da média com 110% da MLT, No NE mantém-se em 38% e no Norte é esperado um índice de 54% da média histórica.

Com isso, os reservatórios não apresentaram variação elevada ante a previsão da semana passada. No SE/CO que detém 70% da capacidade de armazenamento, é esperado que alcance 67,6% ao final de junho. No Sul esse índice é de 81,1%, no NE é de 67,5% e no Norte 88,6%, volumes esses menores do que o apurado pelo operador nesta sexta-feira, 14 de junho.

A previsão de despacho térmico continua apenas por inflexibilidade declarada pelas UTEs. Nessa semana é de 4.416 MW médios. O custo de operação esperado para a semana operativa atual é de R$ 84,8 milhões e para as próximas é de R$ 33 milhões.