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A Tokio Marine Seguradora, que nos últimos 12 meses apresentou um faturamento de R$ 11,5 bilhões em prêmios no mercado securitário, aposta agora em seguros para o desenvolvimento de energia renováveis. Para o presidente da companhia, José Adalberto Ferrara, a área de energia verde é um grande desafio para o mundo. “Estamos vendo o Brasil crescer em energias renováveis e a matriz aqui é enorme e esse é um caminho sem volta. Esse é o momento da Tokio Marine”, disse.

Ele ainda destacou durante o evento “Expertise Energia Renovável”, que a área de energia verde é um grande desafio no mundo. “Temos tido experiências no Norte e Nordeste com empresários estocando energia e hidrogênio verde, esse que aliás vai ser o combustível do futuro. Hoje a Tokio Marine é uma seguradora em energia renovável. Todos os passos de uma planta eólica e fotovoltaica estará coberto com os produtos da nossa empresa”, explicou. O seguro da companhia irá garantir desde o período da construção ao primeiro ano de operação e cobrir qualquer dano causado no primeiro ano de operação.

Durante o evento promovido pela seguradora, a subsecretaria de Energia e Mineração do estado de São Paulo, Marisa Maia Barros, destacou o plano estadual de energia 2050. “O estado de São Paulo é um celeiro para os investimentos em energia e especialmente em renováveis. Dentro do plano estadual já trabalhamos na projeção de crescimento econômico”, destacou.

Segundo Marisa, o plano vai ser colocado em consulta pública no final desse ano. E já existem 21 projetos em andamento e prospectados voltados a transição energética. Cerca de R$ 16,8 bilhões em investimentos privados e 4.519 empregos gerados.

Ela destacou que São Paulo é o maior estado consumidor de energia, com 17 GWm. Em solar, ocupa o 1º lugar, com 3 GW de potencia instalada de GD e em biogás a subsecretaria afirmou que são cerca de 36 milhões de Nm³/d de potencial de produção.

“A biomassa também é um importante recurso na superação dos desafios. E o estado tem o recurso e vamos trabalhar nos alicerces necessários para fazer com q os investimentos tenham condições de serem realizados”, disse.

Já o diretor técnico da ABEEólica, Sandro Yamamoto, destacou que esse mercado de energias renováveis possui muitos desafios e oportunidades. Ele mostrou que no segmento de onshore, só em 2022 foram 841 GW em capacidade instalada acumulada e Brasil e ocupa a 6ª posição no mundo. “O terceiro País que mais instalou parques eólicos no mundo”, afirmou. Do lado de offshore ainda não temos no Brasil, porém projetos estão sendo desenvolvidos. Segundo o executivo, o mundo possui 808 GW de capacidade potencial em parques eólicos offshore.

O executivo destacou que o estado de São Paulo tem ótimos ventos, porém os melhores do Brasil estão no Nordeste e Sul. “O vento do nordeste é constante, na mesma direção , enquanto no sul é mais forte só que muda de direção”, ressaltou. Ele ainda afirmou em algum momento no futuro, pode ser que venha a ter usinas eólicas no interior do estado, em Bauru.

De acordo com Yamamoto, a transição energética continua forte na pauta e as renováveis são vetais para a transformação da sociedade brasileira. “Temos uma série de desafios, crescimento do mercado e a expansão do sistema de transmissão”.

Para a vice-presidente da Absolar, Barbara Rubim, o Brasil tem um potencial para se destacar na cadeia produtiva fotovoltaica. “Temos uma oportunidade de geração de negócios em todo o território nacional e a velocidade dos negócios tem entregado esse crescimento para a sociedade e mercado brasileiro”, disse.

Barbara destacou que os seguros procurados nesse segmento vão ao encontro de todos os elos da cadeia. “Hoje é possível observar um aumento nos casos de furtos de módulos e existe uma necessidade grande de seguro para isso. E além isso, o seguro tem sido cada vez mais buscado por investidores que é o seguro da geração, um seguro que se oferta para assegurar a geração esperada da usina”, finalizou.