Olá, esse é um conteúdo exclusivo destinado aos nossos assinantes
Para continuar tendo acesso a todos os nossos conteúdos, escolha um dos nossos planos e assine!
Redação
de R$ 47,60
R$
21
,90
Mensais
Notícias abertas CanalEnergia
Newsletter Volts
Notícias fechadas CanalEnergia
Podcast CanalEnergia
Reportagens especiais
Artigos de especialistas
+ Acesso a 5 conteúdos exclusivos do plano PROFISSIONAL por mês
Profissional
R$
82
,70
Mensais
Acesso ILIMITADO a todo conteúdo do CANALENERGIA
Jornalismo, serviço e monitoramento de informações para profissionais exigentes!

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, anunciou em cerimônia no MME que o governo pretende levar a experiência do Programa Luz para Todos para ajudar a combater a pobreza energética em países cuja população ainda tem dificuldade de acesso à energia elétrica. Silveira assinou com o diretor-executivo da Agência Internacional de Energia, Fatih Birol, o Plano de Trabalho para a Aceleração da Transição Energética no Brasil.

Ele disse durante o evento realizado nesta quarta-feira, 31 de janeiro, que o governo deve concluir o PLPT no terceiro mandato do presidente Lula, incluindo no programa de universalização as últimas 400 mil famílias do Brasil ainda não atendidas pela politica pública. Contou ainda que recebeu um convite da ex- presidente Dilma Rousseff, que é presidente do Banco dos Brics, para que o Brasil possa usar a Empresa de Pesquisa Energética para ajudar na transição dos países da África.

Na avaliação do ministro, o trabalho com a AIE vai fornecer uma base sólida para uma cooperação ainda mais aprofundada em apoio à presidência brasileira da COP 30 em 2025 e do G20.  Já Fatih Birol lembrou que a transição para a energia limpa esta acontecendo, mas não de forma inclusiva e justa e que o mundo ainda vai precisar dos combustíveis fósseis no processos de transição.

O diretor da agência acrescentou, porém, é preciso fazer com que haja consenso sobre um critério de sustentabilidade para biocombustíveis. Ele destacou também a importância dos minerais críticos como lítio e cobalto na transição energética e do potencial do Brasil e de outros países da América Latina, sugerindo muito cuidado nas alianças que serão feitas não apenas em relação aos minerais, mas também na questão do hidrogênio verde.

“Brasil e América Latina não deveriam vender esses minerais como matéria prima” aconselhou, destacando que é possível produzir localmente e negociar produtos de valor agregado no mercado internacional. Em relação ao hidrogênio verde, disse que está muito preocupado neste momento com as garantias em relação à demanda para o produto.